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Topada rotada
Na vida, o que aprendi?
Num sei, sei lá
só sei que cum Macalé tô aprendendo a nadar
Caio Carmacho
Escrito por Caio Carmacho às 18h17
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Meus poemas são doenças venéreas.
Pegou,
fudeu
Escrito por Caio Carmacho às 17h58
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conto pra quem quiser ouvir como se isso fosse um conto os botões de minha roupa como números que quando acabam eu os re- conto que eu escrevi em meu caderno como se na dúvida se era mesmo um conto pode ser o marido da conta como se tudo acabasse bem num conto coisas que eu nem sei como se soubesse como se conta um conto mais me perco na contagem como se fosse pedir um des- conto
Flavio Giusti
Escrito por Caio Carmacho às 13h34
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Quietim
Quando alguém abre a boca as palavras saem, pulam no ar em forma de impulso pulam no nada em forma de aplauso
Mas sempre faltam aos desavisados as penas e pernas de quem não aprendeu até hoje a domesticar suas palavras,
seu aparato
sua inconstante essência perturbada
seu improvável samba calado
Caio Carmacho
Escrito por Caio Carmacho às 14h53
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Ao amigo Moura
Eu vejo catástrofes. Pior: eu vejo advogados.
Woody Allen
Escrito por Caio Carmacho às 09h38
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DI BRIO - Depoimento
O mermo conto: Depoimento queu havia linkado com a página dos Doze, agora tá disponível também na Cortiça.
Tosse! Todo mundo tossindo!
Linkado na imagem e em Cortiça
Escrito por Caio Carmacho às 10h46
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